Perfil | Aldo Vilela

Jornalista, radialista, professor universitário especializado em ciência política e gestão de pessoas, Aldo Vilela tem passagens pelas principais emissoras de rádio do Estado. Como apresentador de TV atuou nas emissoras da capital pernambucana, TV Jornal , TV Tribuna, TV universitária e TV Clube. Também foi gestor e implantou a Estação TV no Recife em 2004.

Com larga experiência em política,  coordenou  departamentos de comunicação em várias campanhas no Estado de Pernambuco. Como professor já ministrou cursos de radialismo na Escola Técnica Federal e  Senac. É integrante do corpo docente da UniNassau há mais de dez anos.

Como jornalista cobriu as Copas América e a Copa do Mundo da França em 1998. Desde 2002, Aldo participa da cobertura das eleições para emissoras de rádio e televisão e no  veículo impresso. O jornalista comandou por 12 anos o programa de entrevistas Conversa na Madrugada, exibido no SBT/ TV Jornal. Também foi apresentador e editor dos telejornais, TV Jornal Seis e Meia, TV Jornal Mais, TV Jornal Agora, Pernambuco no Nove. Ao longo de sua carreira no rádio e TV, entrevistou mais de 10 mil pessoas

  • Humberto Pereira

    29 de novembro de 2016 #1 Author

    (Prezado Aldo favor apagar quando ler). A farsa (que percebia muito antes da primeira audiência dita pública em 2011) do projeto de navegabilidade do rio capibaribe e a notícia do TCE, compare os portais e os jornais físicos e veja a omissão…
    A internet mais desinforma, mais (de)forma a opinião pública, mais manipula, mais mente em questões da república, da coisa pública e da democracia. Atualmente o consegue mais do que a mídia escrita. O número de acessos à web já se tornou mais frequente por aparelhos portáteis do que o meio físico dizia uma notícia recente, não sem ares de orgulho pelo provincianismo de “modernidade” e “primeiro mundo”.

    Um caso na imprensa de Recife e Pernambuco nesta data: Seria a informação resultante da multiplicação da internet com seus apetrechos de leitura? Ou a desinformação? (Nem falemos em troca, em reflexão, em diversidade de opiniões diante de monopólios). Pois, como hoje, há uma diferença entre o que se exibe nas telas (portais dos 3 jornais) e o que aparece nas publicações físicas diárias. Uma notícia importantíssima para a cidadania, para a coisa pública, para onde vão ou deixam de ir as verbas públicas é notícia do TCE omitida nos 3 portais, mas visível em grande manchete nos veículos físicos.

    Mais de 900 obras inacabadas pelos governos do estado, e prefeituras, desde o governo Eduardo Campos (veja-se uma amostra que é marcante devido ao longo, por anos, extraordinário empenho oficial, oficioso (toda a mídia e seus e suas especialistas em reportagens e colunas e blogs e facebook sobre trânsito e mobilidade urbana) : a farsa do projeto de navegabilidade do rio capibaribe, inviável, demagógico, mas escorredouro de muita verba e proselitismo e venda , por sinal, proselitismo e ensaios muito eficientes em enganar o povo, sem faltar a colaboração no mesmo sentido, neste projeto, de absolutamente todos os líderes e todos partidos políticos locais ao não contrariar tão doces mentiras).

    Se, por acaso, aparece num dos portais a notícia realmente importante (para a coisa pública, a república e a democracia) é numa figurinha ou link minúsculo ou é para assinatura e que quase certamente ninguém irá acessar.

    Resta o Jornal Nacional e assemelhados com suas espetaculares informações e análises e denúncias imparciais e desinteressadas. Recife, 29.nov.2016.

    A venda dos (DE)formadores de opinião pública.

    Responder

  • Humberto Pereira

    29 de novembro de 2016 #2 Author

    (Prezado Aldo favor apagar quando ler). A farsa (que percebia muito antes da primeira audiência dita pública em 2011) do projeto de navegabilidade do rio capibaribe e a notícia do TCE, compare os portais e os jornais físicos e veja a omissão…
    A internet mais desinforma, mais (de)forma a opinião pública, mais manipula, mais mente em questões da república, da coisa pública e da democracia. Atualmente o consegue mais do que a mídia escrita. O número de acessos à web já se tornou mais frequente por aparelhos portáteis do que o meio físico dizia uma notícia recente, não sem ares de orgulho pelo provincianismo de “modernidade” e “primeiro mundo”.

    Um caso na imprensa de Recife e Pernambuco nesta data: Seria a informação resultante da multiplicação da internet com seus apetrechos de leitura? Ou a desinformação? (Nem falemos em troca, em reflexão, em diversidade de opiniões diante de monopólios). Pois, como hoje, há uma diferença entre o que se exibe nas telas (portais dos 3 jornais) e o que aparece nas publicações físicas diárias. Uma notícia importantíssima para a cidadania, para a coisa pública, para onde vão ou deixam de ir as verbas públicas é notícia do TCE omitida nos 3 portais, mas visível em grande manchete nos veículos físicos.

    Mais de 900 obras inacabadas pelos governos do estado, e prefeituras, desde o governo Eduardo Campos (veja-se uma amostra que é marcante devido ao longo, por anos, extraordinário empenho oficial, oficioso (toda a mídia e seus e suas especialistas em reportagens e colunas e blogs e facebook sobre trânsito e mobilidade urbana) : a farsa do projeto de navegabilidade do rio capibaribe, inviável, demagógico, mas escorredouro de muita verba e proselitismo e venda , por sinal, proselitismo e ensaios muito eficientes em enganar o povo, sem faltar a colaboração no mesmo sentido, neste projeto, de absolutamente todos os líderes e todos partidos políticos locais ao não contrariar tão doces mentiras).

    Se, por acaso, aparece num dos portais a notícia realmente importante (para a coisa pública, a república e a democracia) é numa figurinha ou link minúsculo ou é para assinatura e que quase certamente ninguém irá acessar.

    Resta o Jornal Nacional e assemelhados com suas espetaculares informações e análises e denúncias imparciais e desinteressadas. Recife, 29.nov.2016.

    A venda dos (DE)formadores de opinião pública.
    ____________________________________________

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  • RAMIRO GUEIROS

    13 de janeiro de 2017 #3 Author

    venho nessa me queixar dese aumento de pasagem de nao ter segurança nos coletivos e mas de ver o abandono das integrações como de xamba com banheiros quebrados e luzes queimadas e assaltos dentro da integração sem segurança.

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  • MELO

    27 de janeiro de 2017 #4 Author

    por gentileza, venho solicitar contatos de Luis Claudio Tzofeh participou de seu programa. um grande abraço.

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  • Humberto Pereira

    20 de fevereiro de 2017 #5 Author

    Prezado Aldo Vilela, a farsa das eleições de Ipojuca: São sempre os mesmos que fingem, simulam rivalidades e se rodiziam no governo municipal. Uma das funções de uma Câmara de Vereadores é a de fiscalizar os atos do Prefeito que estiver em qualquer momento. Ora, se um Prefeito X já foi questionado por Tribunais de Contas por ter supostamente desviado milhões disso e daquilo, uma parte dos Vereadores também foi questionada (não diria condenação final que no Brasil envolve mil anos e recursos). Dificilmente um Prefeito desviaria verbas sem compartilhar com pelo menos uma parte dos vereadores, assim como dificilmente a outra parte, digamos assim, inocente dos vereadores estaria e permaneceria sem saber de nada,, e a função do agente público é denunciar malfeitos. Temos um muito simples duplex herdado de meu pai em Porto de Galinhas que conheci quando ainda era só terra, coqueiros e mulheres na rua vendendo cocorotes (um tipo de bolinho de coco quae em extinção). Por isso fico triste ao ver como se fosse um enorme curral eleitoral a se dividir coo torcidas de futebol fanatizada por esse ou aquele (aquela) candidato(a). Continuarão obras prometidas há décadas,, ou só realizadas nos papéis dos arquivos da prefeitura, muito embora, na amostra emblemática (porque reconhecendo já estiveram presentes no local prefeito, filho de prefeito, secretário, vereador, naquela arcaica encenação que cria expectativas e até simpatia entre os mais incautos e crédulos). Uma praça fantasma que chegou a criar um riacho resultante de obras não reconhecidas pela COMPESA em convênio com a Prefeitura (tenho fotos dos logotipos nna altura da pista PE-9, local distanciado das vistas de quem passa pela pista, afastada por terreno murado e pelas costas de várias pousadas Cores do Mar, Girassol, Capitães de Areia, e lateral Privê CasaEmPorto (atual Porto Belo Residence) e Condomínio Porto Feliz, Condomínio Villa do Mar, e antes da beira mar, por trás da Pousada do Galo e da Pousada Lusitana, e algumas casas, noutra laatteral ao fundo um puxadinho do tradicional Hotel Solar, hoje denominado Best Western Solar Porto de Galinhas. Este é o começo do longo trecho que vai beirando a praia do Cupe/Borete até o Centro da Vila de Porto de Galinhas, MEREPE 2 (não confundir com outros Merepes). Jornalista Aldo Vilela, que tal você abordar o tema das eleições em Ipojuca e dos questionamentos judiciais contra o Prefeito que pretende reeleião (já o fora outras vezes) e de, digamos assim, da omissão nada republicana (pra não dizer outros adjetivos) de toda a Câmara de Vereadores, um deles agora pretendendo ser a renovação. Não tomo partido, pois são iguais, parece que nunca aparece gente de fora desse enorme clube e irmandade pra disputar e limpar a Prefeitura, só acho uma tristeza a população ser novamente induzida como um Fla X Flu. A imprensa toda de Recife (que abrange Pernambuco) deveria abordar, se com maior ou menor isenção, ou de mais ou menos puro jornalismo é outra coisa, mas que se aborde. Gosto de sua postura e de seu programa que ouço sempre que posso. Atenciosamente, Humberto

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  • mario sobral

    20 de fevereiro de 2017 #6 Author

    Caro amigo Aldo Vilela, acompanho desde o inico de sua carreira, hj mais ainda, e gostaria de …ver…o video de uma entrevista sobre acupuntura com dr Cladimir ROSSI, e outros, ele é chefe do NETI, Nucleo de Terapias Integradas do Hospital do Exercito HGMaR..no 13e de maio. Muito obrigado amigo.

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  • Duran Ferreira

    21 de fevereiro de 2017 #7 Author

    Boa tarde.
    Há muito tempo acompanho vossos comentários, na CBN,RADIO JORNAL,CBN novamente. O problema em PE não é na apenas na SEGURANÇA (1) , outros setores como SAÚDE(2) e EDUCAÇÃO(3) também.
    No segundo a questão da dengue,zika e outros vinham sendo omitidos e não ocorreram nenhum combate, no terceiro escolas estão sendo fechadas desde do ano passado. Mas, no tocante a estas questões as classes abastadas deste Estado incluindo eles próprios e suas filiações não fazem uso do serviço publico de Educação nem de saúde.
    Mas quando o setor de segurança é acometido por uma crise que a muito vem ceifando vidas de milhares na periferia isto é apenas cotidiano,mas quando atinge as classes abastadas é motivo de terror. Quem é este secretário Isaltino para ser porta voz, o mesmo teve sua carteira apreendida em 2012 em blitz do DETRAN, quem é este deputado do PSOL que fala apenas de segurança no carnaval, ou seja só para turista.
    O que falta, é a impressa se desvincular do Estado e mostrar a falta de ação do poder público sem sensacionalismo, mas de forma educativa para que as pessoas acione os órgãos competentes e isto ao meu ver seria o verdadeiro papel da imprensa. A polícia militar não pode ter associações que as represente nem tão pouco sindicatos e isto não é externado nos meios de comunicações ouvir frases de policias que “não vai ter galo” e causar pânico na população e a impressa não comenta, agora quando são professores ou estudantes buscando melhorias e diminuição de passagem nas ruas são vândalos ou desocupados.
    Já sabemos como isto irá acabar dando segurança para empresários e a classe abastada, será o suficiente para estabilizar as críticas. Por sinal até hoje, há uma viatura enfrente a casa do ex- governador de PE Eduardo campos.

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  • Alexandre Jorge

    22 de fevereiro de 2017 #8 Author

    Caro Aldo, Rebebi, via whatsApp um comentário seu sobre a violência no nosso Pernambuco, não passo por aqui para comentar sobre o conteúdo do áudio, porém, como Comandante da Companhia Independente de Polícia com Cães, venho me solidarizar junto aos policiais militares desta Unidade (CIPCães), onde demonstraram profunda indignação, revolta e repúdio pois, em sua fala, V.Sª afirma que o Cão estava mais disposto que a dupla de policiais militares que estavam num trecho da Avenida Agamenon Magalhães. Identifico-me como o Major Alexandre Jorge, Comandante da CIPCães. Cel. 999293212

    Responder

  • jocely nicodemos

    22 de fevereiro de 2017 #9 Author

    Aldo Vilela, vc vai fazer um programa sobre o crescimentos das industrias baseado em quer estamos com uma taxa de desemprego chega a 17,1% em São Paulo. Serviços, indústria de transformação e construção civil eliminaram vagas em janeiro: menos 82 mil (-1,5%), 49 mil (-3,6%) e 29 mil (-4,7%), respectivamente. Apenas o segmento de comércio/reparação de veículos ficou praticamente estável (-0,1%). Na comparação com janeiro do ano passado, todos os setores reduzem o número de postos de trabalho. A indústria fecha 179 mil (-12,1%) e os serviços, 135 mil (-2,4%). São menos 73 mil empregos na construção (-11%) e menos 15 mil no comércio (-0,9%).

    Responder

  • humberto cavalcanti

    26 de fevereiro de 2017 #10 Author

    > Prezado Jornalista Aldo Vilela,
    > Uma opinião de que se poderia pegar parte ou todo o vigor do pessoal do Ocupe Estelita que poderia se mexer sobre
    > O Projeto de Navegabilidade do RIo Capibaribe –
    > ……
    > Como cidadão sem vínculo partidário (respeito quem tenha opção qualquer), sem vínculo com nenhum muito provável político de carreira, nem com potencial político de carreira (temos uma amostra recente no PSOL – PE), fui à 1ª Audiência dita Pública sobre o Proejeto da navegabilidade. Soube de última hora (notinha num jornal que deveria publkicar a notícia no mínimo 1 dia antes…) e graças às diplomáticas 8 intervenções do Prof. de Ecologia da UFPE, Prof Ricardo Braga, que ou por vontade dele ou por falta de vontade do jornalismo não aparece na mídia, nem nos espaços sobre o assunto mobilidade urbana, direitos urbanos, etc. Daquela 1ª Audiência dita Pública, saí com a impressão reforçada, convicto de que era mais uma bela jogada com uma idéia tão sedutora e simpática pro povo (e políitocos todos nunca se manifestaram…), era evidente a inviabilidade e por onde escorreria muita verba e propaganda eleitorais.
    > ….
    > Pergunto onde andava e anda o pessoal diante de anos após anos de enganação do Projeto de Navegabilidade do RIo Capibaribe?
    > Forte impressão de um conluio da totalidade da mídia e seus colunistas + totalidade dos politicos de carreiras (omissão) e a propaganda enganosa desde o início (com prévia campanha de jornalistas ditos especializados em trânsito, mobilidade urbana, diaraio urbano, jc nas ruas ).
    > …
    > A propaganda oficial com a propaganda oficiosa pareceu enganar até gente boa, de senso crítico, e que talvez não pudesse se comprometer contra o anunciado projeto e os ditames de suas chefias.
    > Isso era percebido antes mesmo da 1ª Audiência Pública sobre o tal Projeto sendo vendido como simpaticíssima idéia ( enganosa) do projeto de navegabilidade do Rio Capibaribe, tanto que houve e tem havido um gritante silêncio por parte da totalidade dos políticos de carreira ou que provavelmente viriam a sê-lo (temos uma amostra recente).
    > …
    > Quando surgiram ou surgem não é uma crítica radical, mas a partes do projeto, o que acho muito estranho pois via tão claro (e conversei comm algumas pessoas) que seria um projeto demagógico e mentiroso. Não pertenço a nenhum grupo (respeito, mas prefiro manter minha individualidade e cidadania até onde puder, sem os instrumentos nem os interesses das empresas de comunicação e suas ligações empresariaiais e governamentais).
    > …
    > É de bater na mesma tecla tamanho absurdo é o papel da imprensa e de carreiristas em nossa cidade. A inércia quanto à farsa do Projeto de Navegabilidade é inacreditável. Sim, a mobilização seria espalhada, sem oba-oba, sem auê, sem encontro de pessoas de um padrão, tipo, categoria social e faixa etária: a turma do Ocupe Estelita teria muito a contribuir e tomar iniciativa, busco possíveis motivos pra que não tenha nem haja um movimento sobre o Projeto de Navegabilidade, mas minhas limitações não alcançam. Mas não é isto que se deve combater? Senão, as mobilizações tornam-se efêmeras, festivas (no sentido negativo do termo).
    > …
    > Eu mesmo já tive negado um 2º pedido de inscrição em grupo de trânsito ( “mobilidade urbana”) do facebook deceerto por eu ter feito crítica semelhante a deste textinho (sou uma pessoa comum, um cidadão apenas) e me referido, entre outras e outros a uma jornalista do JC de Olho No Trânsito (exímia e incansável na autopromoção e na crítica quando convém ao jornal, à sua editoria, e a si mesma): o tema da navegabilidade, e vi que perdia tempo e desgaste em contatar por emails o máximo de jornalistas de rádio e, principlamente, dos 3 jornais, jornalistas provavelmente colegas amigos e amigas a quem a afetividade ou interesses podem turvar a avaliação.
    > …
    > Sendo transparente, devo dizer que já troquei email com a moça, faz tempo, e minha burrice logo percebeu como ela era hábil (por fotografia e por um ativismo de autopromoção imprressionante, pode-se dizer que é bonita pros padrões locais – num email curtíssimo – acredite – larguei uma expressão portoalegrense e gaúcha que pode ter vários sentidos, inclusive de carinho – mas apesar de ter parentes em Porto Alegre ela não conhece o mínimo do mínimo, o “vai te catar”.
    > …
    > Pobre povo manipulado pelas beiradas das elites.
    > …
    > Humberto
    >_________________________________________________________

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  • Marisa Miceli

    9 de março de 2017 #11 Author

    Aldo,
    Muito se fala da reforma da previdência para os trabalhadores de varias categorias, há pouco iniciou-se a falar sobre a aposentadoria/previdência dos militares e a dos políticos/parlamentares, que com pouco tempo de mandato tem regalias que um trabalhador comum, nem poderia pensar, essa ninguém comenta ou toca, Não vejo ninguém comentado sobre isso, você poderia levar ao conhecimento publico como funciona essa “previdência”?

    Responder

  • Humberto Pereira

    29 de março de 2017 #12 Author

    Vida de Gado nos Ônibus do Recife:
    – Até Quando ?
    – Humberto P. Cavalcanti ( OBS * Notas de rodapé )

    As catracas (ou ‘roletas’) dos Ônibus de Recife degradam e constrangem a gente, ofendem a cidadania: Passando por elas, é como se estivessem olhando e tratando a gente como potenciais fraudadores e puladores de roleta. Como se fôssemos sonegadores de um ‘vale A , vale B’.
    O escancarado modelo de catracas é um acinte, é síntese emblemática de um desrespeito, um atentado contínuo que vem de prioridades e de interesses que são (digamos assim) … nem tão coletivos.
    Esse ‘simples’ objeto (ou o que ele representa: humilhação do povo), esse ponto não tem sido tocado nem nas coberturas jornalísticas, nem nas divulgações oficiais em torno das ‘mudanças’ nos transportes coletivos.
    Essas armações de metal são modificações e prolongamentos das hastes originais das roletas . Elas foram implantadas já faz tempo. Não vinham com esses aros que hoje chegam a alcançar a altura do queixo de uma pessoa de 1,70 m, por exemplo. Nem se estendiam pra baixo até quase tocar o piso do ônibus, rente ao chão. Aquelas catracas também não formavam um conjunto que em muitos ônibus quase envolve a pessoa, num semicírculo gradeado, um caminho estreito ( à semelhança de cercado – uma porteira?…) onde uma pessoa é en-curral-ada e detida num momento, para, num momento seguinte, ser conduzida ao meio do ‘salão’ (o corredor do ônibus), e continuando de pé, entre tantos outros, pois os assentos já estão ocupados com lotação além da capacidad e indicada n uma plaq ueta acima do parabrisa).
    (Claro que aqui nos referimos aos ônibus das linhas que ‘fazem’ a maioria dos nossos bairros).
    Não que a lembrança das catracas de antes sejam uma mera nostalgia do passado, não que fossem uma maravilha: As atuais é que são bem pior: Em vários coletivos, esta ‘grade’ começa na porta de entrada – daí que às vezes se forma uma fila já nos degraus, o motorista , o ‘chofer’, ali, acelerando e apurando a gente.
    Não, estas roletas também não se equiparam àquelas outras dos primeiros ônibus elétricos: Parecidas com um grande triângulo de pernas abertas e oblíquas que se limitavam a registrar a passagem, constituindo espaço suficiente para que um menino, ou mesmo um adulto (do tipo físico médio da gente) pudesse passar por elas de banda, sem que elas girassem. Mais dignamente espaçosas para que crianças dispensadas de pagar passagem, por idade e tamanho, não tivessem que se deitar e rastejar para atravessá-las.

    Crianças que aprendem desde cedo que o ‘natural’ da vida é a resignação, o abaixamento e essa adaptação calada até por força do hábito e da tradição.
    Passar pela catraca é um instante , no mínimo, de desconforto, que sentimos quando levamos uma bolsa a mais, um embrulho, uma sacola; ou se estamos vestidos com mais roupas, ou se o corpo não for muito franzino ( um homem de 1,70 que pese 70 kg., por exemplo, é capaz de entender na pele o que isso quer dizer).
    Ah, essas catracas de hoje… não são como as de antigamente, não são modernas, apesar do tempo (que tempo nem sempre significa evolução e progresso).
    E, no entanto, as catracas atuais e seus interesses não são atingidos:

    Pelo contrário, estão por aí, soltas, sozinhas, girando ainda mais, máquinas de contar gente, numa posição reforçada graças a um curioso continuismo que resolveu mexer antes com o que é secundário, o menor problema; mas não encontrou energias e fluidos para bulir com o que é o Principal.
    Ou – aéreo ou inocente -, neste ponto não meditou tanto assim.
    (Estas observações partem deste leitor que também faz uso do transporte público. Não partem por ouvir dizer, nem é daqueles e daquelas que discursam por conveniências em determinadas épocas).
    – E sabe de uma coisa? Maçante é informar que estas são percepções que não vêm de um simpatizante ou eleitor do ‘outro lado’, nem de pessoa vinculada aos kombeiros.

    Vida de gado nos ônibus do Recife.
    Ontem e hoje.
    Povo marcado.
    ——————————————————————–
    ( * Notas de rodapé retiradas ):
    Algumas referências de entrelinhas sobre o então prefeito (também místico) João Paulo PT e sua aliança com o então governador Jarbas Vasconcelos e com a totalidade da mídia numa verdadeira operação de guerra contra umm transporte que faz falta às pessoas mais pobres, a maioria da população de Recife e periferia. Não se cumpriu o aceno, a promessa de substituir por um sistema organizado, disciplinado – neste ponto, creio que é hors-concours no país o sistema de lotações de Porto Alegre-RS. Referência também a uma prima distante que então concorrera ao cargo de Prefeito, retirando sua candidatura durante campanha.

    ( * ) Domingo, 7 de setembro 2003. (seção “Cidadania” que às vezes ocupava 2 páginas em jornal de formato grande, seção que foi extinta como plural e aberta aos cidadãos, só restando o mínimo espaço de Cartas),

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  • Humberto Pereira

    29 de março de 2017 #13 Author

    O ABUSO DOS CINEMAS EM RECIFE
    CINEMAS EM PORTO ALEGRE X CINEMAS EM RECIFE:

    (o artigo é datado. A política de ingressos mudou em POA, mas permanecem algumas diferenças. V. notas de rodapé )

    Abusados são esses preços de cinemas em Recife.
    Eis aqui uma amostra representativa do conjunto dos cinemas de outra capital, Porto Alegre, com base na freqüencia regular durante o ano.
    …………………………………………
    Cines Guion, no Olaria Center: ( * )
    4ª feira para todos, com ingressos fixos em R$ 4,00;
    nas 2ª, 3ª e 5ª feiras: R$ 5,00 ;
    nas sex./ sáb. / dom./ fer.: R$ 8,00
    …………………………………………….
    Naquela cidade, os cinemas não cobram ingressos diferenciados.
    Lá, os cinemas não usam a ‘compensação’ de um preço de ingresso de uns sobre outros.
    E, assim, mais gente tem acesso à diversão e arte.
    Vejamos outros dados atuais de nossa amostra:
    ………………………………………………..
    Cinemas GNC, no Shopping Praia de Belas:
    2ª a 5ª feiras, R$ 6,00;
    Sex./sáb./dom./fer.: R$ 8,00 ;
    Crianças até 12 anos: R$ 6,00 ;
    Estudantes: R$ 5,00. (v. notas de rodapé * )

    Lá, se algum cinema ‘dá’ desconto a uma categoria só – estudantes – por exemplo, no principal shopping-center dos portoalegrenses (*)- o preço não cai pra ‘meia entrada’, nem sobe pra ‘inteira’. Não é uma conta de 50 ou 100%.

    [Não cabe ao nosso artigo – desabafo aqui considerar para comparações de preços – nem para outras comparações – os cinemas da UFRGS ( quase no centro da cidade) , os 3 da Casa de Cultura Mário Quintana, os 2 da Usina do Gasômetro, as projeções do Clube de Cinema, nem os 3 do Centro Comercial daAzenha (v. notas de rodapé*).Da mesma forma , não incluímos o Cine Apolo, as projeções do Teatro do Parque, nem o Cinema da Fundação, nem o São Luís. São exceções notáveis, ou que não se desejam notar, ou se ignoram, e aqui não representam o conjunto referido no parágrafo inicial].

    Num estado e numa capital menos desenvolvida, com população de menor poder aquisitivo, na média, os preços devem, deveriam ser realistas. Ingressos na proporção dos custos ( investimentos ), com salários do pessoal empregado, impostos naturalmente pagos, aluguéis de salas e de fitas, e ‘certo’ lucro.
    Entrar num cinema em Recife chega a inacreditáveis R$ 14,00 ! ( v. notas de rodapé*)

    E os estudantes daqui pensam que pagam ‘meia’, mas pagam quase os ingressos mais altos de vários cinemas da capital gaúcha, e tão ou mais altos do que outros bons cinemas portoalegrenses!

    Esses dados demonstram que tais abusos não são uma realidade presente nos quatro cantos do Brasil – como diz uma reportagem: ” Menos de 10% da população brasileira tem acesso aos cinemas ” ( índice que um jornal televisivo resolveu arredondar…para mais… maquiando os verdadeiros 5,8% ).

    Já havíamos rascunhado este artigo quando fomos ao cinema , filme rodado em ruas e arrabaldes daqui. Na tela, vimos e ouvimos um personagem falar: ” O Povo Gosta É De Ostentação”, e “O Prazer Do Brasileiro É Ser Enganado”. Talvez o enigma esteja por aí.

    Curioso é o silêncio sobre isto, sobre a economia, sobre o que se paga nos cinemas em Recife ( e na maioria das capitais), sobre o acesso ao divertimento, ao lazer do cinema,por vezes, mais que lazer, assunto que não é tocado nem de leve nos cadernos B, C, Cadernos 2, Viveres, Ilustradas de nossos independentes jornais.).

    Afinal, não passam de simples ingressos de cinemas… “É melhor pagar pra não se incomodar”, este chavão simbólico de nossa pouca prática da cidadania e de liberdade além das aparéncias modernas Mas nos ocorre um outra explicação para os preços
    Sem abandonarmos aquele “pudor que é a forma mais inteligente de perversão” (citamos outro personagem do filme Amarelo Manga ), vem a idéia fantasiosa e tão ridícula que quase me acanho de falar.

    Pois chego ao exagero, senão ao delírio, de enxergar, como miragem,uma barreira, um muro sólido e quase intransponível, feito um ‘Muro de Berlim’.
    Um muro mais duradouro (porque menos visível, mas não menos violento.
    Um muro que se ergue pelo aumento de preços dos cinemas apenas ou principalmente a corresponder, a lembrar e a realimentar uma forma de ‘seleção’, e de afastamento, e de distinção:

    Vamos ao cinema, vamos ao shopping.

    Queremos um ambiente ‘clean’.

    Mais limpo.
    E mais claro.

    Auto-engano.

    Pobre distinção.

    ‘Muro da Vergonha’.
    ……………………………………
    domingo, 14.set.2003 –
    …………………………….

    ( * ) Notas de rodapé ( Fora de publicação )
    Levantamento por observações diretas como assíduo freqüentador de cinemas nos muitos anos vividos na capital gaúcha e em Recife.

    Jornal da Cultura da TV Cultura – SP, TV Universitária canal 11-PE

    Os números do Jornal da Cultura foram os 10 milhões, os 120 milhões e os ‘menos de 10% da população brasileira que não tém acesso ao cinema’. ‘menos de 10 %’ são muito menos que 10%, são quase a metade disso: são 5,8%, segundo as contas deste artigo sobre os próprios números apresentados pelo noticiário que é, na minha opinião, geralmente o melhor de nossa tv.

    Neste comentário não se deve deduzir crença no valor absoluto pelas estatísticas. Apenas demonstramos uma forma de utilização por um programa informativo de nossa televisão (e pelo jornalismo, noticiário mais sério: da TV Cultura de SP… ).
    ….
    Muro de Berlim é também usado como sinônimo de discriminação e de separação , como era o muro construído na década de 60 e destruído em 1989, simbolizando a queda do governo e regime comunista da República Democrática Alemã ( a Alemanha Oriental).
    ….
    ‘Muro da Vergonha’ é uma outra denominação que se usou contra o Muro de Berlim e o que ele simbolizava.
    ….
    _________________________________________

    Responder

  • Humberto Pereira

    3 de maio de 2017 #14 Author

    Parabéns Jornalista Aldo Vilela CBN Recife pelos programas das tardes com suas entrevistas. Uma vez entrevistou o Professor Ricardo Braga, da Ecologia-UFPE, a respeito (do que eu sempre achei a farsa)
    do projeto de Navegabilidade do Rio Capibaribe. Do que pude alcançar na mídia impressa, falada e televisionada, ninguém mais entrevistou o Prof Ricardo Braga. É o único jornalista (que eu conheça na mídia local) que aborda Ipojuca, de modo apropriad0o incisivo ppara uma estrutura viciada de corrupção prefeito após prefeito, e câmara de vereadores.
    cordiais saudações,
    Humberto P. Cavalcanti
    Espinheiro – Recife.

    Responder

  • Iguatemy Oliveira

    3 de maio de 2017 #15 Author

    Boa tarde Aldo, sem que posso e consigo estou ouvindo você na CBN, acho muito bom seu programa, porém tenho notado que por varias fiz alguma perguntas a você e seus convidados e não obtive resposta, Fico me perguntando será que é de interesse responder as perguntas do seus ouvintes ? ou são cartas marcadas?

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  • HUMBERTO PEREIRA

    12 de julho de 2017 #16 Author

    Aldo, você é uma grata surpresa e exceção (morei muito tempo, 20 anos, em Porto Alegre e fico horrorizado com o conformismo e passividade da cidade onde nasci, Recife). Parabéns renovados. “A EXPLORAÇÃO DA CREDULIDADE DA POPULAÇÃO COM UM CERTO PROJETO DE NAVEGABILIDADE DO RIO CAPIBARIBE . . .”

    “Sim, uma idéia tão simpática, contagiante, mas… por isso mesmo!…

    Inviável, se acompanharmos com olhar sereno e visão de conjunto, a verdadeira campanha na imprensa local, desde antes de 2011,em editoriais e reportagens, até seções de opinião como são as Colunas, por boa fé então de Colunistas de JC Nas Ruas, de De Olho No Trânsito JC, de Mobilidade Urbana (Diário Urbano e Blog Mobilidade Urbana, sem falar em espaços criados no FACEBOOK por não se sabem por quem, Direitos Urbanos e Mobilidade Urbana Recife, pois já era super previsível a inviabilidade, aditivos $$$$, contratempos, e… um escorredouro de verbas e depois o silêncio, como manda a tradição, sempre com a mídia oficiosa as vezes mais realista do que o próprio rei!

    ( Tenho que me referir à 1ª Audiência – mas não venho com números e mais números, 1ª Audiência Pública em 2012, Projeto de Navegabilidade do Rio Capibaribe).

    Durante a dita cuja , o Prof. de Ecologia da UFPE, Ricardo Braga, diplomaticamente listou 8 questões que tive a sensação de estar sendo desmascarado o Projeto de Navegabilidade do Rio Capibaribe, aquele com tanto empenho da imprensa oficial, de seus porta-vozes, e sem nunca faltar o jornalismo oficioso. Mas isso podia ser implicância e parcialidade minha, tendo já conversado com uma jornalista bastante crítica, tinha uma coluna de opinião, e que me decepcionou nesse aspecto do projeto (grnades expectativas de um lado e eu pobre cético pessimista pretensamente realista). Os anos seguintes iriam demonstrar.

    Até hoje, exceto pontuais e discretas referências (e uma “oportuna”… opinião publicada recentemente), nunca vi reportagem crítica (em veículo da imprensa local de ampla audiência e, acredito, mesmo em veículos de pouca audiência, de nichos, ou da academia aos quais não tive acesso e não posso assegurar), faltam, até hoje, textos sobre a farsa do Projeto de Navegabilidade do RIo Capibaribe. Observação: digo que o bom jornalismo não deve ser somente a posteriori, e, sim, em levantar hipóteses e probabilidades no espaço, no tempo, as relações socio-econômico-políticas, ao menos os elementos das ciências sociais (em que pesem a tentação e os riscos de dogmatizrmos noções, elementos de teorias).

    O que aconteceu foi se abordar o tal projeto como uma bela iniciativa com data ou previsão de data, e ponto final

    (Mas o que não faz a crise da imprensa! Pois muito recentemente fomos brindados por suposta … “novidade”, suposta exceção, em “oportuna” coluna crítico-opinativa, com números e mais números e tendo um especialista como referência (não, não foi o Prof. Ricardo Braga, da Ecologia, da UFPE, questionador já na 1ª Audiência de 2012 (a surpresa tá no ar, tá nos Buscadores. Sim, não deixa de ser surpresa… ) ).

    Uma observação, porém: tirante o apego a seus empregos, a todo o custo, não entendamos o jornalismo brasileiro e, no caso, local, como necessariamente movido por intenções maquiavélicas do patronato, dos editores ou dos jornalistas: Uma hipótese pode estar na deficiência das ciências sociais nas faculdades de jornalismo ( isto renderia outro parágrafo, mas poupemo-nos: quem acompanhou e entendeu o fio da meada até aqui, ótima; quem não, nem tão ótimo, faz parte de nossa realidade).

    Finalizo com uma palavra sobre o arrivismo, o carreirismo. A totalidade dos políticos de carreira e os que prometiam vir a sê-lo: nada, nenhum pio nesses anos todos talvez – penso eu – pra não perderem eleitorado se se mostrassem críticos, céticos, sem esperança por um Recife melhor.

    Nestas eleições pra Prefeito, até se falou em rio, e um tal Rios da Gente, mas absolutamente nada sobre o demagógico projeto. Por candidato nenhum, de qualquer cargo.

    ( P S : Na verdade, antes de ir à tal reunião de 2012, bastava parar, com um certo esforço maior que o meu habitual, pra pensar com os botões e vir a ter muita dúvida sobre a obra (quase certeza), uma projetada obra de Eduardo Campos e sua equipe, alguns integraram o governo de João Paulo, outros são atuais governantes e secretários).

    Os anos demonstraram o que este simples cidadão já vinha observando na campanha da mídia. Desde aquela época emails foram enviados pra Deus e o mundo da imprensa local, mas… vingou a inocência, a ficção, e, aqui e acolá, como recentemente, oportunista coluna dominical no jornal mais querido pela classe média daqui. ”

    ( * ) Humberto P.ereira

    Recife (antes morei muitos anos em Porto Alegre onde a consciência crítica é incomparável, a civilidade, o senso de liberdade, que tamanha diferença que me entristece na cidade onde nasci, aqui)
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